26 janeiro, 2021

Cinco estados já têm segunda onda de Covid-19 pior do que a primeira

 Paraná confirma mais 112 mortes por Covid-19, chegando a 9.433 óbitos e  521.823 casos, diz Sesa | Paraná | G1

Metrópoles: a segunda onda de mortes ocasionada pela pandemia de Covid-19 no Brasil é nítida. A média móvel de óbitos provocados pela doença chegou a 323,14, em 11 de novembro do ano passado, e agora está em 1.071. Devido a essa diferença, são quase 700 pessoas a mais perdendo a vida diariamente por causa do novo coronavírus.
O nível atual de falecimentos está no mesmo patamar observado em julho de 2020. Essa não é, entretanto, a realidade de todos os estados brasileiros. O (M)Dados, núcleo de jornalismo de dados do Metrópoles, analisou a curva de mortes causadas pela doença em cada unidade da Federação (UF) a fim de avaliar como está a situação por localidade.
Há três grupos distintos: o primeiro engloba estados com uma segunda onda pior do que a primeira; o segundo conjunto está com a segunda onda semelhante à primeira; e o último está melhor agora do que na primeira onda de óbitos decorrentes da Covid-19. O Distrito Federal se encontra nesse terceiro cenário.

Segunda onda pior do que a primeira

Entre as UFs que mais estão sofrendo com a segunda onda de Covid-19, o Amazonas (AM) é o que mais chama a atenção. Esteve nas manchetes de jornais de todo o país em razão do colapso no sistema de saúde, quando chegou a faltar oxigênio hospitalar para pacientes internados com a doença. A média móvel de mortes no estado está acima de 100 desde 20 de janeiro e é a maior já observada no local.
Além do Amazonas, também estão nessa situação Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul. O recrudescimento na quantidade de óbitos fez com que Belo Horizonte, capital mineira, voltasse a fechar todo comércio não essencial, assim como ocorrido durante a primeira onda.


Fonte: blogivonaldofilho

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